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quinta-feira, setembro 10, 2026

Vereadores buscam agilizar solução para problemas da fumaça

Os vereadores Gilmar Bischoff (PSD), Bira Teixeira (PT) e Almiro Fortes (PL) têm atuado na mobilização dos moradores dos bairros Glória, Assis Brasil e Modelo, que reclamam do mau-cheiro e da fumaça vinda da empresa Campo e Lavoura devido ao incêndio no silo. Foi protocolada denúncia no Ministério Público (MP) e entregue abaixo assinado à promotora de Justiça, Diolinda Hannusch. E nesta semana teve audiência pública com a promotora que ouviu relatos dos secretários de Saúde, Marcio Strassburger, e de Meio Ambiente, Yuri Pilissão, que relataram ações das secretarias, de fiscais da Fepam e do Corpo de Bombeiros, que sugeriu o isolamento do silo com concreto para impedir a propagação da fumaça e do odor. Após a análise da situação, a promotora deverá ajuizar ação civil pública em virtude desta situação.

Em entrevista ao JM, Bischoff lembra que o caso vem ocorrendo desde novembro de 2024. Na época era em decorrência do mau-cheiro pelo apodrecimento de grãos de soja no silo da Campo e Lavoura. Ele conta que recebeu a reclamação dos moradores no final de março e no dia 1º de abril encaminhou pedido de providência ao Executivo que fez diligência na área, através da Secretaria de Meio Ambiente e da Vigilância Sanitária que identificaram o foco do problema. Segundo relatos, o empresário teria ficado de retirar a soja num prazo de 15 dias. No entanto, o vereador lembra que no dia 12 de abril o silo pegou fogo e a fumaça aumentou, quando os bombeiros passaram a atuar no combate das chamas do sinistro. “Eles trabalham incansavelmente durante todos esses dias. Já gastaram 400 mil litros e a fumaça não para. Estamos ouvindo relatos que nos preocupam. As pessoas dizem estar com problemas de saúde.”

Ao contrário do prefeito Andrei Cossetin (PP), que acredita não ser o caso de fazer um decreto de situação de emergência para agilizar apoio do Estado para solucionar o problema é que uma solução pode ser buscada de outra forma; Bischoff pensa que esse pode ser o caminho. ” Entendo que pode ser decretada situação de emergência. Óbvio que essa é uma atribuição do chefe do Poder Executivo. O fato dele pensar diferente de mim não há problema nenhum. É sinal que duas pessoas estão pensando. Tem que respeitar as posições de cada um dentro de suas atribuições. O Poder Legislativo vai até determinado ponto. Não é porque sou da base do governo que posso pensar.”

A notícia completa está na versão impressa do Jornal da Manhã.

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