A jornalista Rosane Tremea, que teve sua trajetória no jornalismo impresso especialmente marcada por 31 anos de destacada atuação na redação da Zero Hora, estreia na literatura com “Cecilia, Antonio e eu”, seus bisavós paternos, chegados ao Brasil em 1883. Fruto de dissertação de mestrado em Escrita Criativa na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), a obra será motivo de um bate-papo, seguido de sessão de autógrafos, em Ijuí, no dia 6 de junho, na loja Incógnita. O texto ficcionaliza a vida de Cecília e Antonio e, ao mesmo tempo, recupera um pouco da história da imigração italiana no Rio Grande do Sul, que completou 150 anos em 2025. Tendo como base uns poucos documentos e fotografias da família, além da historiografia e de relatos deixados por outros imigrantes, abrange um período que vai de 1883 (partida da Itália/chegada ao Brasil) a 1899, ano da morte de Cecília – depois de ter tido, com Antonio, 11 filhos. A última parte do texto é autoficcional e narra a missão.
Uma história familiar de imigrantes

