O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), levou pessoalmente a Luiz Inácio Lula da Silva as queixas de congressistas sobre a lentidão nos pagamentos de emendas parlamentares e cobrou um cronograma previsível. Segundo interlocutores, o petista prometeu “acelerar o fluxo”, mas não se comprometeu com prazos nem apresentou um calendário detalhado. Embora o dinheiro reservado ao Congresso tenha aumentado nos últimos anos, a execução das emendas em 2025 é a menor, proporcionalmente ao total previsto. Em um momento de desgaste do Palácio do Planalto com partidos de centro e em meio a um processo de reorganização da base, a lentidão na liberação da verba contribuiu, nas últimas semanas, para aumentar a insatisfação de deputados e senadores.
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