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sábado, abril 20, 2024

PF age para combater organizações na região

O combate ao crime organizado na fronteira do Rio Grande do Sul, com abrangência da Delegacia da Polícia Federal de Santo Ângelo, teve destaque neste ano. O principal crime, conforme destaca o delegado Farnei Franco Siqueira, envolve o contrabando e o descaminho, que sofreu elevação neste ano. Segundo ele, dos 188 inquéritos abertos este ano, o crime corresponde a 60% do total das ocorrências registradas.

O delegado explica que ocorrem, diariamente, apreensões e prisões relacionadas ao contrabando de vinho, cigarros e agrotóxicos. Há também ações relacionadas ao tráfico de drogas. “Os crimes transnacionais têm maior volume.

Verificamos um incremento das ocorrências, em especial por ações incentivadas pelo Ministério da Justiça, que fortaleceu o combate na região de fronteiras para reprimir de uma forma mais eficaz a criminalidade. Nós temos um foco especial aqui na região, pois é uma realidade local, algo que verificamos e enfrentamos no dia a dia”, comenta.

O delegado reforça que o foco da atuação é a investigação, tanto para reprimir os crimes, quanto para desarticular organizações criminosas que atuam na região. “O foco da PF vai além de se fazer apreensões e prender os indivíduos que estão envolvidos com os crimes. Procuramos desenvolver um trabalho para atingir as organizações criminosas.

Desde o momento que se tem o contato com a ocorrência, com o indivíduo que é preso na região de fronteira carregando cigarro, agrotóxicos, ou outros produtos, nós recolhemos as informações e, a partir delas, buscamos fazer a identificação do mecanismo que está por trás daquele crime, que às vezes parece simples, mas é complexo. Em 90% dos casos existe uma estrutura elaborada para fazer o crime ser lucrativo para quem está praticando.”

*A notícia completa está na versão impressa do Jornal da Manhã.

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