Entre o Dia do Trabalhador e os 65 anos do Museu Antropológico Diretor Pestana (MADP), celebrados agora em maio, emerge uma re exão necessária: um museu não se sustenta apenas por acervos, mas pela força de quem lhes dá vida, sentido e permanência. As imagens ao lado ilustram esse equilíbrio. Em uma, o museu é encontro e celebração cultural; na outra, revela-se o rigor técnico dos bastidores — a organização silenciosa que permite localizar e preservar cada fragmento da nossa história .As imagens ao lado narram essa trajetória. De um lado, a primeira placa de sinalização da década de 60 — um símbolo do sonho plantado na Rua Barão do Rio Branco. Do outro, o trabalho atual de quem cuida, pesquisa e faz a mediação desse legado.
O trabalho que faz a memória pulsar

