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quarta-feira, junho 19, 2024

JM 50 ANOS – Histórias de quem lê

Estamos assinalando este ano em que o Jornal da Manhã completa meio século e a Stampa 20 anos com histórias dos leitores. Aqui estão duas leitoras que se dedicam a recortar matérias e fotos para guardar de lembrança e ter na memória os fatos importantes que marcaram suas vidas e que foram registrados pelo Jornal da Manhã

Salete Nicoletti, 60 anos, é a atual coordenadora do Clube de Mães Colmeia do Saber, do Bairro São José. Ela assumiu há 10 anos, quando se aposentou como cozinheira, e desde então recorta tudo que sai da entidade em matérias no Jornal da Manhã. E foram muitas as matérias que ela já recortou do JM. “Tenho muito orgulho de dizer que o Jornal da Manhã está sempre junto de nós. Hoje quem nos dá muito destaque é o nosso amigo Eliéser

Cavalheiro, que sempre vem até aqui para fazer reportagem na Rádio JM sobre os nossos trabalhos, e depois vemos a matéria escrita no jornal. É muito satisfatório”.
Antes da pandemia eram quatro grupos de mães só no Colmeia da Saber, agora restaram dois grupos que se reúnem em duas tardes da semana, mas com muito afinco e trabalhos belíssimos, além das atividades voluntárias para ajudar entidades e hospitais. São diversas atividades em que elas se envolvem, como produzir materiais para venda ou para doação. “E são essas doações e as ações que na maioria das vezes são pautas no Jornal da Manhã. Como a vez em que fizemos uma campanha nas ruas para conscientizar sobre o câncer de mama. Elaboramos bolsinhas para os pacientes em tratamento do Cacon e também muitas ações nos bairros carentes”.

Salete está elaborando um álbum com todos os recortes para que no futuro aquelas que vieram a fazer parte do Clube de Mães possam ver e se inspirar no trabalho que está registrado, feito por ela e pelas amigas. “Para que não se perca tudo que fizemos. O jornal serve para que as próximas integrantes possam se inspirar e seguir em frente”.
O respaldo que o Jornal da Manhã dá nas comunidades, nos bairros, é sempre muito elogiado. Para Salete, esse tipo de cobertura ajuda a guardar memórias, que está ali, impressa, e que nunca vai se perder. “É um registro indestrutível, que ficará para todas as gerações”.

Entre os recortes também estão matérias em que elas produziram, durante 60 dias ininterruptos da pandemia, em duas máquinas de costura, na casa de Salete, centenas de máscaras que foram doadas a diversas entidades do município, e essa doação também teve a cobertura do Grupo JM. “No nosso álbum estão diversos registros do JM dos locais que fomos fazer a doação”.

“Nós somos em 15 pessoas do Clube de Mães hoje e dependemos muito do Jornal da Manhã, pois as pessoas ficam sabendo do nosso trabalho, do que realmente acontece no nosso clube, no nosso bairro. E sei que o Jornal da Manhã é um construtor da cidadania, pois ele não divulga a notícia por divulgar, há o intuito de conscientizar a população quantos às atividades que muitas entidades fazem, para que possam contribuir ou até fazer o mesmo. Se cada um tirar um dia no mês para fazer um trabalho voluntário, vão se sentir gratificados. Para mim, é o que mais me dá prazer”.

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