Independente do presidente que for eleito no dia 30 de outubro, o próximo governo enfrentará o desafio para pagar aumento no Auxílio Brasil e manter o pagamento do piso da enfermagem sem estourar o teto de gasto. A avaliação é da diretora da Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado, a economista Vilma Pinto, em entrevista ao JM.
Segundo a economista, se a manutenção de políticas públicas em 2023 continuar no ritmo deste ano, o rombo fiscal aumentará, pois as projeção de receita por meio do pagamento de taxas e impostos deve reduzir. “Quando observamos o resultado do governo, que é a combinação do que ele arrecada em termos de impostos, taxas e contribuições e o que ele repassa para a sociedade na forma de serviços públicos nós temos, desde 2014 um descompasso. O governo sempre gasta acima do que ele arrecada”, disse.
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