A abertura do mercado livre de energia para todos os consumidores promete ampliar a liberdade de escolha na contratação do serviço, mas também levanta dúvidas sobre preços, segurança e qualidade do atendimento. Em entrevista ao JM, o diretor-presidente do Demei Distribuição, Marco Aurélio Sikacz, alertou que a decisão deve considerar não apenas o custo da energia, mas também a confiabilidade das empresas comercializadoras. Segundo o presidente, o mercado livre já atende consumidores do chamado Grupo A, formado principalmente por indústrias e empresas de grande porte. A proposta é ampliar esse modelo para os consumidores residenciais, permitindo que cada cliente escolha de qual empresa deseja comprar energia.

