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terça-feira, agosto 25, 2026

CPI do Crime Organizado quebra sigilo de fundo

A CPI do Crime Organizado aprovou a quebra dos sigilos bancário e fiscal do Fundo Arleen, responsável pela compra da participação da empresa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli no resort Tayayá, no Paraná. Com a medida, os parlamentares buscam driblar o impedimento de ter acesso às contas da Maridt, empresa de Toffoli, que teve o sigilo quebrado pela CPI, em decisão depois revertida por despacho do ministro Gilmar Mendes, do STF. O requerimento, apresentado pelo senador Sergio Moro, estipula as quebras no intervalo entre 9 de fevereiro de 2021 a 29 de janeiro de 2026. Documentos da Junta Comercial do Paraná mostram que o Arleen virou sócio do empreendimento em 27 de setembro de 2021 ao comprar a fatia da Maridt, por cerca de R$ 20 milhões. O Arleen, por sua vez, tem como único cotista um outro fundo, o Leal, que pertence ao empresário Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

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