A Presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Ijuí, Mônica Barboza, utilizou um episódio recente exibido em um reality show de audiência nacional para reforçar a importância de tratar a importunação sexual como crime e não como um simples mal-entendido. Segundo ela, situações amplamente divulgadas pela mídia acabam refletindo comportamentos que ainda são naturalizados pela sociedade, apesar de configurarem violência contra a mulher. Mônica explicou que a importunação sexual ocorre quando alguém pratica ato libidinoso de cunho sexual sem o consentimento da outra pessoa, com o objetivo de satisfazer o próprio desejo. “Isso pode se manifestar de diversas formas, como um beijo roubado, gestos obscenos, tentativas de coação ou qualquer contato físico sem autorização”, destacou. Para a Presidente, minimizar esses atos contribui para a perpetuação da violência e para o silenciamento das vítimas.

