Com os holofotes apontados para as produções brasileiras após o destaque em grandes festivais de cinema por dois anos consecutivos (“Ainda Estou Aqui “, em 2024 e “O Agente Secreto “, em 2025), o Brasil segue com o objetivo de levar o cinema nacional para os telões do mundo todo. Desde o início do ano filmes e séries vêm ganhando evidência em premiações internacionais e em número de espectadores. O Brasil encerrou sua participação na 76ª edição do Festival Internacional de Cinema de Berlim (Berlinale), em fevereiro, na Alemanha, com quatro prêmios: “Feito Pipa” venceu o Urso de Cristal e o Grande Prêmio do Júri Internacional; “Fiz um Foguete Imaginando que Você Vinha” recebeu o Tagesspiegel Readers’ Jury Award; e “Narciso”, foi eleito Melhor Filme pela Fipresci. No streaming, a minissérie “Emergência Radioativa” alcançou o Top 1 global de séries de língua não inglesa mais assistidas da Netflix, no início de abril. A produção somou mais de 10,8 milhões de visualizações no período e figurou no Top 10 de 55 países. Outras produções se destacaram na 13ª edição dos Prêmios Platino Xcaret, no México. O longa “O Agente Secreto” saiu na frente e já garantiu três estatuetas: Melhor Música Original, Melhor Direção de Arte e Melhor Montagem. “O Agente Secreto” concorre ainda nas categorias de Melhor Filme, Direção, Ator e Roteiro; “Manas” em Melhor Filme de Estreia; e “Apocalipse nos Trópicos” em Melhor Documentário. A cerimônia de premiação das categorias principais acontece no próximo sábado, dia 9 de maio.
Cinema brasileiro segue em alta

