A falta de chuva, associada à onda intensa de calor, já afeta as projeções de início do ciclo em pontos do Estado — há áreas que contabilizam mais de 20 dias sem precipitações. Com o plantio de soja praticamente encerrado, produtores agora aguardam a regularização das chuvas para garantir um estágio de desenvolvimento favorável às plantas no final de ciclo. De modo geral, o raio X do momento mostra uma heterogeneidade nas lavouras, aponta o diretor técnico da Emater, Claudinei Baldissera. ” O ponto central é a etapa de desenvolvimento da soja. É a fase de maior demanda hídrica. A ausência de chuva, associada ao calor traz efeitos como murchar a planta, queda da flor, abortamento de vagem e formação de grão com pouca água.”

