O setor cooperativista gaúcho já mobiliza esforços para poder atuar em conformidade para se adequar ao novo modelo tributário nacional que entra em vigor em 2026, com a implementação do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). Para a coordenadora de ensino, pesquisa e extensão da Escola Superior do Cooperativismo (Escoop), Paola Richter Londo, a principal preocupação não está apenas na interpretação jurídica das novas regras, mas na capacidade operacional das cooperativas de adaptar seus processos internos.

