O início do ano letivo volta a ocorrer em meio a temperaturas elevadas no Rio Grande do Sul, retomando um debate que marcou 2025, quando o começo das aulas chegou a ser adiado em todo o Estado devido ao calor excessivo e à falta de climatização em parte das salas de aula. Na época, o tema mobilizou gestores, famílias e a comunidade escolar sobre as condições de infraestrutura das escolas públicas. Neste ano, embora o cenário climático seja semelhante, a realidade estrutural apresenta avanços, conforme aponta a titular da 36ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE), Eveline Eberle. Segundo ela, a climatização das escolas é uma preocupação permanente da rede. “Estamos num período de muito calor, eu diria um calor exorbitante, e a climatização é um tema que sempre nos preocupou. Já avançamos em relação ao ano passado”, afirma.

