(PT) chega ao fim deste ano com uma espécie de colchão de R$ 24 bilhões para segurar despesas e permitir o cumprimento da meta fiscal de 2025, por meio de uma trava que impede ministérios de carimbar novos gastos. O mecanismo funciona como uma “poupança” feita durante o ano, afirma o secretário-executivo do Ministério do Planejamento e Orçamento, Gustavo Guimarães. Chamado de “faseamento”, ele restringe a autorização de gastos dos ministérios ao longo do tempo para que o ritmo de execução das despesas seja compatível com a previsão de arrecadação das receitas. “É um colchão. Apesar de não ter um nome de contingenciamento e nem de bloqueio, o cara lá no sistema dele [ministérios e órgãos] não consegue gastar”, diz Guimarães.
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