A um ano das eleições de 2026, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) abriu, em cerimônia realizada na manhã de ontem, os códigos-fonte para inspeção do sistema eleitoral. A fiscalização pode ser feita até setembro do ano que vem por uma série de entidades cadastradas – entre elas, todos os partidos políticos, o Congresso, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o Ministério Público (MP) e a Polícia Federal (PF). Ao todo, no processo eleitoral informatizado, há 40 oportunidades de fiscalização e auditoria, explicou o secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Júlio Valente. “Todos os sistemas que são lacrados têm o seu código-fonte aberto.”

