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Ijuí
sexta-feira, fevereiro 3, 2023

Alta demanda traz dificuldades no atendimento do IGP de Ijuí

O grande número de pessoas, não apenas de Ijuí, mas também de municípios da região, que procuram os serviços do Instituto-Geral de Perícias (IGP-RS) para elaboração de documento de identidade está refletindo em filas e demora no atendimento.

A presidente do bairro da Penha, Carolina Germano, disse que foi ao IGP buscar atendimento para o filho e enfrentou esta realidade. “Quero apresentar uma sugestão. O IGP poderia retomar o atendimento com agendamento online. Isso evita que as pessoas tenham que vir aqui às 7h, enfrentando uma fila para ter atendimento por ordem de chegada. Além disso, o IGP abre apenas a partir das 8h”, sugere a líder comunitária.

Ela relata que nas filas há pessoas idosas e mães com crianças, aguardando para pegar uma senha para poder fazer a carteira de identidade ou tirar a segunda via.

“Na fila, conversando com outras pessoas, de cidades vizinhas, soube que elas chegam às 9h e não sabendo deste procedimento não conseguem a senha. Acabam tendo que retornar para seus municípios sem conseguir o esperado atendimento. Seria importante divulgar o horário de funcionamento para evitar estas situações”, diz Carolina.

Tatiele Miron, que é servidora do Município de Ijuí e está cedida para o Estado, explica que seu trabalho é auxiliar no atendimento de quem procura o IGP. “Este ponto um tempo atrás poderia ter fechado. As pessoas teriam que se deslocar a Santo Ângelo para fazer a identidade. O Estado então solicitou junto a Prefeitura de Ijuí, mais um servidor para que o posto continuasse com o serviço”, lembra Tatiele.

A servidora ressalta que o IGP de Ijuí atende municípios como Jóia, Santo Augusto, Chiapetta, Ajuricaba, entre outros. Em relação ao atendimento online, Tatiele lembra que este serviço foi disponibilizado durante o período da pandemia. “Não é o posto que determina. A definição é tudo em Porto Alegre, na Central do IGP. O serviço online foi adotado para evitar a aglomeração. O pessoal agendava e o atendimento era em 40 dias. Quando tinha uma emergência, somente poderia fazer o encaminhamento em 40 dias. Além disso, muitas vezes, as pessoas faziam agendamento, esqueciam e não vinham.”

*A notícia completa está na versão impressa do Jornal da Manhã.

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