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quarta-feira, dezembro 7, 2022

Atitudes de vencedores

Vivemos um período em que a pergunta “Quem vai vencer?” é bem frequente, a começar pelas eleições estaduais, nacionais, Copa do Brasil, Libertadores, Brasileirão série A ou B, Copa do mundo da FIFA, dentre outras. 2022 vai ficar marcado por estas disputas, mas não é disto que trato hoje. Pressões de muitas formas e ao mesmo tempo, guerra de informações e narrativas, além da disrupção em cadeias tradicionais de produção e de consumo abalaram convicções, negócios, aprendizados, com níveis de incerteza elevados.

As organizações que vencem nos momentos de crise têm sido aquelas que formam convicções e tomam decisões mais rápidas e ao mesmo tempo desencadeiam ações de longo prazo. Como em qualquer crise interna ou externa, nos momentos de dúvida é preciso mostrar coragem e visão de futuro. Aprendemos em outras crises, que mesmo diante das mesmas adversidades, nem todas as empresas sofrem e poucas sofrem da mesma maneira.

A questão-chave é: quais ações decisivas são tomadas pelos líderes de organizações que entregam os melhores resultados em momentos de incertezas? As organizações que tem melhores resultados diante das incertezas têm algumas ações em comum, como: rever constantemente as despesas para manter a saúde financeira e a capacidade de fazer investimentos; atentar continuamente para a produtividade não importa o período; pensar a curto, médio e longo prazo ao tomar as decisões; desenvolver agendas e planos proativos para oportunidades de fusões, aquisições, joint ventures, parcerias, acordos, etc.; e ajustam seu modelo de negócios à nova realidade.

Faço um destaque à necessidade de agilidade nas organizações, pois o que tem sido estudado sobre os casos de sucesso indica que os vencedores atuais em diversos segmentos são ágeis nos ajustes e encaminhamentos. A máxima de que o feito é melhor do que o perfeito, é cada vez a regra de ouro. Sabendo que a dificuldade de prever como vão se comportar os clientes daqui a 3 a 4 anos, a agilidade nos entendimentos e decisões se torna mais importante.

Priorizar as ações e a experimentação, desenvolvendo múltiplos cenários para a tomada de decisão de forma mais rápida é o melhor caminho para as médias e grandes organizações, que precisam mais do que nunca, montar equipes dedicadas à adaptação dinâmica diante do desenrolar da crise.

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