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sexta-feira, setembro 30, 2022

Candidatos apresentam propostas à Segurança

A segurança pública segue sendo uma questão cara à população do RS. Em 2022, o Estado registrou, de janeiro até o final de julho, conforme dados da Secretaria de Segurança Pública, 1.120 mortes violentas, 9,6 mil ocorrências relacionadas ao tráfico de drogas, mais de 7,8 entre furto e roubo de veículos, 3,5 mil furtos ou roubos em estabelecimentos comerciais e outros 16 em agências bancárias.

O candidato Eduardo Leite (PSDB) diz que pretende transformar o programa RS Seguro em política permanente de Estado, desenvolvendo políticas públicas para a identificação das áreas mais violentas. Já Luis Carlos Heinze (PP) quer estabelecer uma sistemática permanente de reposição do quadro de policiais e servidores do setor, e construir um novo Centro de Comando e Controle da Segurança Pública.

Onyx Lorenzoni (PL), por sua vez, quer a valorização dos agentes de segurança, com a integração de sistemas entre as polícias e investimento em tecnologia. Enquanto Edegar Pretto (PT) diz que vai buscar a qualificação e ampliação do quadro de servidores da segurança, com investimento na prevenção à violência.

O candidato Vieira da Cunha (PDT) diz que vai valorizar os profissionais da segurança pública e expandir o Programa de Incentivo ao Aparelhamento da Segurança Pública e manter o Programa RS Seguro. Já Vicente Bogo (PSB) prevê a “segurança inteligente” com o enfrentamento ao crime organizado, investimento em tecnologia e qualificação nas áreas de inteligência.

Ricardo Jobim (Novo) tem um plano que busca dificultar a ação criminosa e combate à receptação e aumento do número de apreensões, afetando o lucro dos criminosos. A candidata Rejane de Oliveira (PSTU) pretende desmilitarizar a Brigada e unir com a Polícia Civil. E Roberto Argenta (PSC) quer dificultar a comercialização de produtos roubados e mais a fiscalização nos mercados ilegais.

O candidato Carlos Messalla (PCB) defende o fim da política de ‘guerra às drogas’ e a descriminalização do uso de entorpecentes e a desmilitarização da Segurança. E, por fim, Paulo Roberto (PCO), defende o direito de autodefesa aos trabalhadores e quer a dissolução da Polícia Militar.

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