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sexta-feira, setembro 30, 2022

Jobim quer cruzada contra a burocracia

O advogado e empresário, Ricardo Jobim, candidato a governador do Estado pelo Novo, em entrevista ao JM, fala das ações que pretende desenvolver no caso de ser eleito. O político diz que pretende fazer uma cruzada pela desburocratização e contra a alta tributação que dificulta o empreendedorismo. “Hoje, infelizmente, temos um Estado que atrapalha a vida dos gaúchos. Quem deveria apoiar a atividade econômica acaba sendo o principal empecilho.

Precisamos dar um basta a tudo isso. A politicagem tem que ficar em segundo plano, pois as pessoas devem estar em primeiro lugar.”

Jobim diz que uma das propostas é implantar o ICMS mais simples do Brasil. “Temos plenas condições de reverter a complexidade da carga tributária. Não é à toa que hoje o Rio Grande do Sul está no 26º lugar no ranking do Centro de Liderança Pública (CLP) em solidez fiscal. Isso acontece porque a Fazenda acaba burocratizando e trabalhando contra o próprio Estado. É preciso simplificar o sistema em nome de uma redução tributária.”

O político salienta que já chegou o tempo que quando havia falta de recursos em caixa, o Estado decidia aumentar impostos. Para ele isso precisa ficar no passado para permitir que um governo liberal possa ter a primeira oportunidade de governar esse Estado. Lembra que os partidos tradicionais estão há 40 anos atuando dessa forma e por isso que o Rio Grande do Sul deve hoje à União R$ 74 bilhões.

“É preciso romper paradigmas e nomear secretários com perfil técnico e não políticos e tentar dentro do possível quebrar uma a mentalidade de que o mundo acaba em quatro anos. O governo e o Estado permanecem,” diz Jobim que lamenta essa situação vivida pelo Rio Grande do Sul.

Outra preocupação do candidato são as desigualdades regionais. Ele lembra que é natural de Santa Maria e tem vivenciado essa situação do interior. “Há uma distorção na distribuição de recursos e é preciso equilibrar essa situação.”

O candidato do Novo aponta como caminho o crescimento priorizando o que é vocação regional. “Ijuí e região têm um agro imponente e responsável pelo PIB gaúcho, mas muitos veem o agricultor como bandido, dificultando, por exemplo, pela Fepam, a implantação de barragens para o enfrentamento da estiagem. Precisamos destravar esse Estado vocacionado hoje à politicagem. Precisamos dos melhores executivos.”

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