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segunda-feira, outubro 3, 2022

Vieira quer resgatar a qualidade da Educação

O candidato a governador do Estado, Vieira da Cunha (PDT) tem como vice a vereadora Regina Costa dos Santos. Em entrevista ao JM, o trabalhista Vieira da Cunha, que é procurador de Justiça, fala da sua trajetória política, desde quando eleito vereador em Porto Alegre, deputado estadual, deputado federal, secretário de Educação no governo de José Ivo Sartori, entre outras funções.

O político revela sua preocupação com a situação da Educação no Estado, especialmente por ser uma bandeira histórica do PDT. “Lembro o trabalho do governador de Leonel Brizola que construiu 6.302 escolas que dizia com orgulho que deveria entrar no Guinness Book por ser o governador com maior número de escolas. É triste depois de 40 anos de trincheira como brizolista se deparar com a situação do ensino no Estado.”

Ele salienta que hoje o Rio Grande do Sul é o quarto pior Estado em evasão escolar no Ensino Médio. “Eu sou procurador e sei o que isso representa. Muitas crianças estão abandonando as escolas e jovens vem sendo recrutados pelo crime organizado. Sou procurador e tenho acompanhado os registros de homicídios, tráfico de drogas e violência. Isso é um verdadeiro crime que fazem com o futuro de uma geração.”

Vieira quer ampliar investimentos em Educação com a construção de Cieps em regiões pobres, possibilitando a permanência da criança o dia todo em uma “escola emancipadora. “Precisamos também valorizar os professores, e servidores da Educação e fazer concurso público para ampliar os quadros de profissionais.” Temos que resgatar a referência em Educação que fomos no passado.”

O candidato também critica a situação da Segurança com aumento de feminicídios no Estado, com o registro de 68 mulheres assassinadas cruelmente em sete meses, assim como o aumento da miséria, com 1 milhão de pessoas passando fome.

Pelo fato de RS ter como base econômica a agricultura, ele quer investir em escolas técnicas para qualificação de mão de obra dos jovens. Também quer desenvolver políticas públicas focadas na redução das desigualdades dentro do Estado que tem “ilhas de prosperidades”, enquanto outras regiões enfrentam dificuldades e precisam de ações mais efetivas para o Rio Grande do Sul. “Não adianta ter superávit com a venda de patrimônio público que é um recurso que acaba. Vamos com união de todos retomar o desenvolvimento do Estado.”

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