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segunda-feira, outubro 3, 2022

COISAS DA VIDA

Fico assustada quando percebo que há pessoas que julgam os outros com tamanha maledicência e velocidade do som. “Sem piedade e sem anestesia. Elas se guiam por um olhar cego e um coração vazio, sem um ar de empatia” (A Mente é Maravilhosa). Muitas vezes nos precipitamos nas interpretações ácidas, duras e equivocadas, podendo prejudicar vidas. Embora vivemos numa sociedade onde prevalece os julgamentos de valor, isso não nos autoriza emitir comentários levianos de qualquer espécie de alguém. Julgo quando acredito que sou superior aos outros, ou até mesmo que estou acima do bem e do mal. Atitude essa de profunda arrogância, prepotência e explícita ignorância. Se somos rápidos para julgar, precisamos refletir em que lugar me coloco quando faço isto… “Quem está em harmonia, satisfeito com o que é e o que tem, não julga. Quem preenche seus vazios com a certeza de uma boa autoestima não vê defeitos onde não existem. Não procura vítimas para proteger suas carências” (A Mente é Maravilhosa).
Mateus nos adverte com sabedoria: “Não julguem para que vocês não sejam julgados. Pois da mesma forma que julgarem, vocês serão julgados; e a medida que usarem, também será usada para medir vocês. Por que repara no cisco que está no olho do seu irmão e não se dá conta da viga que está em seu próprio olho”? (7.1-3) Infelizmente alguns estão definitivamente cegos, incapazes de enxergar a viga. Tem gente que ainda acredita que seu telhado não é de “cristal”, mas a vida se encarregará de surpreendê-lo (a). Quando isso acontecer, vou torcer para que essa criatura se transforme num ser humano melhor, mais compassivo (a), misericordioso (a), tardio em julgar. Caso contrário, corre o sério risco de ser julgado (a) na mesma medida. Lembrando que a vida é como um “sopro” para tamanho desperdício…

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